DNA Report

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A festa estava marcada para ser no Parque das Águas, caminho de Viamão. Eu que já tinha ido lá comer naquele restaurante que tem na frente e que serve comida mineira, pensei: “Que medo…”. Mas o pico da festa era na verdade bem atrás do Parque das Águas, num campo bem legal em meio às árvores e as churrasqueiras!!!
Quando cheguei na manhã de Domingo, a Betty Bop do Psy, a EMMY, estava nos CDJs. Falei com os amigos DJs Roma e Claudio e com a galera que estava lá.
O Seu Adão estava preocupado porque havia queimado um “driver” da caixa esquerda, e eu disse: “Espera até eu começar meu live, que tem um sininho que toca a 23khz… aí que vai literalmente quebrar tudo!!!”…
Entra o Claudio no som e vamos para as churrasqueiras. Faltou carne!?!?! Eu e o Felipe nos tocamos para a cidade para achar um açougue e voltamos com muitos quilos de carne, salsichão, pão e bolachas.
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Quando a carne começa a ficar boa, já era meio-dia e tive que começar meu som. Tocar com fome é horrível, mas ainda bem que a Lú Rosa veio me salvar com um bom sanduba de salsichão. Eheheh, mixando e comendo ao mesmo tempo. A galera até me trouxe uma catuaba para eu não engasgar.
Ao longo de minha apresentação deixei a galera participar do live, ensinando como disparar os efeitos e filtros a partir do meu notebook. “Não aperta a barra de espaço que pára o som, caráleos…” dizia para os mais empolgadinhos…
Toquei meu live de progressivo durante uma hora e meia, e a galera parece que curtiu. O final apoteótico ficou reservado para o mix e remix de “Here Comes The Sun” e o refrão “Let the Sunshine in”, do filme Hair.
“Isso é psicodelia”, gritou o Claudinho no fim do meu som. Isso é o Psy!

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