A
coligação EUA-Israel afirma ter eliminado 60%
dos lançadores de mísseis do Irão ,
dominar algo como 70% do espaço aéreo
e destruir navios da marinha iraniana.
Registam-se
intensos bombardeamentos sobre Teerão, instalações
ligadas ao Corpo de Guardas Revolucionários Islâmicos (CGRI),
uma
refinaria e instalações
de armazenamento petrolíferas,
causando graves problemas ecológicos e saúde, com uma
nuvem tóxica está a deslocar-se para a Ásia Central. Uma
instalação
nuclear
terá
também sido atacada.
No
seguimento desta estratégia a coligação, diz preparar um
bombardeamento
massivo ao Irão.
Fala-se
também num golpe de comandos sobre uma pequena ilha iraniana
importante pelas instalações petrolíferas.
Dado
que o
hábito é uma segunda natureza, Israel
faz
aquilo que melhor sabe: bombardear populações civis, como
o
Hospital Gahndi em Teerão
e
ataques a zonas residenciais
no Irão e no Líbano.
O
ataque israelo-americano,
decapitou
a liderança do Irão
enquanto decorriam negociações,
matando os seus familiares, o
ataque a uma
escola de raparigas
no
sul do Irão resultou
em
160 mortes,
levaram
o Irão a ultrapassar ditas "linhas vermelhas".
Descontando
o exagero dos 60%
dos lançadores destruídos (vários, alvos fictícios) os ataques
iranianos não têm diminuído, pelo contrário, com
o Irão desencadeando no 8º dia de guerra a 29ª onda de mísseis, atacando Israel e bases e instalações de pessoal dos EUA.