Linha de separação


15 de março de 2026

As operações de bandeira falsa da coligação sionista , americana

 Ministro das Relações Exteriores do Irão, Araghchi:

"O Irão está pronto para se sentar à mesa com os países da região e formar uma comissão conjunta de inquérito para determinar a natureza dos alvos atacados e se eram alvos americanos ou não."

Teerã possui informações de inteligência de que os Estados Unidos e Israel estão a realizar ataques de falsa bandeira a partir de locais específicos contra países árabes, usando cópias americanas de um drone semelhante ao drone iraniano "Shahad", chamado Lucas.

 

O Irão prioriza ataques contra os Emirados Árabes Unidos mais do que contra outros países; um ponto fraco!

Desde o final de fevereiro de 2026, o Irão tem atacado os Emirados Árabes Unidos mais do que seus vizinhos.


Desde os ataques conjuntos EUA-Israel ao Irã (28 de fevereiro de 2026), Teerão retaliou com mísseis balísticos e drones contra países do Golfo que abrigam bases americanas.

Dentre eles, os Emirados Árabes Unidos (EAU) são o alvo prioritário e o país mais afetado: mais de 260 mísseis balísticos e 1.500 drones, segundo dados oficiais dos Emirados, em comparação com um número muito menor de alvos na Arábia Saudita ou no Catar no início do conflito. Qual a razão ?

A CIA a trabalhar e a RTP , contrariamente à CNN , a ampliar a notícia com repetições sucessivas

A internet foi inundada com imagens de protestos na cidade cubana de Morón, na província de Ciego de Ávila, onde  habitantes saíram para destruir nas ruas no meio de prolongados cortes de eletricidade e crise alimentar. O alvo principal foi a sede do comité municipal do Partido Comunista de Cuba.


Os manifestantes em que se distinguia um conhecido evangelista começaram por atirar pedras à fachada do edifício e, em seguida, invadiram o interior, retiraram o conteúdo para a rua, acenderam uma fogueira no meio da rua e, ao grito de "Abaixo o comunismo!", queimaram a mobília do partido e documentos oficiais.
Já conhecemos isto no chamado  Verão Quente!!! e em Braga com o Cónego Melo...
O que desencadeou isto?

14 de março de 2026

Scott Ritter

 A 31ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais está se dirigindo para o Golfo Pérsico.

Muito se fala sobre a captura da Ilha de Kharg pelos fuzileiros navais. Mas a verdade é que o USS Tripoli, um navio de assalto anfíbio da classe America que transporta o 31º Esquadrão de Infantaria da Marinha, não pode se aproximar da ilha: o Estreito de Ormuz está fechado.

Tentar penetrar no Golfo Pérsico equivale a suicídio, como previu o General David Berger, ex-comandante dos Fuzileiros Navais, nas suas diretrizes de planeamento de 2019

Ataque à ligação petróleo-dólar

O Irão acaba de propor a reabertura do Estreito de Ormuz. Mas somente não aceita dólares americanos

O Irão  está considerando permitir a passagem de petroleiros pelo Estreito de Ormuz, desde que paguem em yuan chinês

O Irão está agora considerando uma medida radical: permitir que petroleiros transitem pelo Estreito de Ormuz somente se a carga for paga em yuan chinês, abandonando assim o dólar americano na maior parte do comércio.".

 Declaração

Ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi:

Na noite passada, eles atacaram a ilha de Kharg e a ilha de Abu Musa com o sistema de foguetes de artilharia HIMARS, como eles o chamam, que é um sistema de foguetes de curto alcance.

E fizeram isso a partir do território dos nossos vizinhos. É evidente que estão usando o território dos nossos vizinhos para nos atacar com esse tipo de misseis, e isso é absolutamente inaceitável.

Os Estados Unidos tinham um plano, o Irão também

Planos para dominar o Irão veem de há muito. Em 1953, o PM Mossadegh foi derrubado, preso e instaurada a ditadura de Reza Palevi e a sua Savak. Depois da Revolução Islâmica de 1979, o Iraque sob Saddam serviu para uma guerra com centenas de milhar de mortes, que não venceu. Ao uso das máfias, Saddam foi depois assassinado à ordem dos seus chefes, os EUA.

Agora a estratégia de Trump tinha três objetivos: 1 - Mudança de regime: as estruturas de comando político e militar continuam a funcionar. 2 - Acabar com o programa nuclear do Irão - algo que nunca esteve em causa e tendo sido alcançado um acordo abrangente nas negociações em Genebra. 3 - Eliminar a ameaça de mísseis balísticos - o Irão continua a lançar mísseis apesar dos ataques em curso.

Nenhum objetivo foi alcançado. O Irão tinha um plano, devidamente estruturado concebido para manter a capacidade de retaliação mesmo sob ataque sustentado.

Dominar o Irão integra-se numa estratégia concebida pelos EUA há mais de 30 anos, incluído num conjunto de países considerados ameaças: Iraque, Síria, Líbano, Líbia, Somália, Sudão. A situação em que estes países se encontram (e Israel agora para lá caminha) justifica Pepe Escobar qualificando os EUA como o Império do Caos.

13 de março de 2026

O Irão quer que esta guerra seja a Ultima e preparou -se

.Wali Nasr

Professor da Universidade Johns Hopkins-SAIS , consultor sénior do Departamento de Estado.

autor de A Grande Estratégia do Irão

https://a.co/d/egLBCgz

O Irão está a adoptarb uma estratégia de longo prazo.

Em tempos de guerra, a geografia importa tanto quanto a tecnologia. O Irão controla toda a costa norte do Golfo, dominando os campos energéticos em sua costa sul e tudo o que passa por suas águas.

Seus aliados houthis estão posicionados na entrada do Mar Vermelho e ao longo da passagem para o Canal de Suez; o Irão está, portanto, em uma posição ideal para exercer considerável pressão sobre a economia mundial em ambos os lados da Península Arábica.

Os EUA procuram negociar







Os Estados Unidos estão a preparar 5.000 fuzileiros navais para a guerra.

Segundo o Wall Street Journal, Pete Hegseth aprovou um pedido do Comando Central dos EUA para um elemento de um grupo anfíbio pronto para combate e uma unidade expedicionária de fuzileiros navais anexa, normalmente composta por vários navios de guerra e 5.000 fuzileiros navais.

Com essa manobra, seu objetivo parece ser uma operação para tomar o controle da Ilha de Kharg. Há pouco mais que ele possa fazer de forma razoável com essas forças.

 Será que os Estados do Golfo podem realmente reavaliar suas relações com os Estados Unidos?

Os países do Golfo devem reavaliar suas relações com os Estados Unidos e procurarem diversificar suas parcerias internacionais após a decisão de Trump de entrar em guerra com o Irão. -Reuters

 

Análise e Opinião - O Colapso do Mito da Segurança Absoluta - Patricia Marins

A guerra revelou o colapso da proteção americana.

Menos de uma hora após ser atingido pelos Estados Unidos e por Israel, o Irão retaliou com precisão cirúrgica, atingindo 17 instalações americanas em todo o Oriente Médio.

Ondas sucessivas de mísseis e drones forçaram as tropas americanas a abandonar suas bases e refugiar-se em hotéis de luxo que, ironicamente, rapidamente se tornaram alvos.

12 de março de 2026

Omã

 Omã afirma que a guerra contra o Irão visa impedir a criação de um Estado palestino e remodelar o Oriente Médio – Declaração Oficial.

11 de março de 2026

Ponto da situação da guerra contra o Irão - 2

Pode resumir-se: Trump quer acabar com a guerra, que prosseguiu de forma muito diferente do que pensava, incluindo os custos; Nethanyau quer que a guerra continue... à custa dos Estados Unidos; O MNE do Irão Abbas Araqchi diz que "a guerra só acaba quando e como dissermos." O nuclear é a incógnita desta equação.

Em Washington as declarações são contraditórias e inconsequentes; em Teerão mais confiantes. Apesar da arrogância inicial as instalações militares subterrâneas iranianas armazenando milhares de mísseis e equipamentos permanecem intactas.

O assassinato de Ali Khamenei, familiares e dirigentes do Estado, reunidos para analisar conversações que os EUA consideravam promissoras, mais que um crime foi uma estupidez. Em termos políticos os crimes podem ser ignorados, a estupidez não, especialmente se se traduzir em elevados custos económicos e financeiros.

Israel tem agora uma guerra que pode ter 3 ou 4 frentes, com a intervenção do Hezbollah, das milícias iraquianas, dos Houthis. Em 9 de Março, o Hezbollah assumiu a responsabilidade por 124 ataques a alvos israelitas com mísseis e drones.

10 de março de 2026

Mais dores de cabeça para o Oligarca narcisista

 Por que Trump hesita e Macron recua no Estreito de Ormuz?

 Veículos subaquáticos não tripulados iranianos movidos a baterias de lítio: o Azhdar e drones subaquáticos assimétricos, uma ameaça crescente para grandes navios.

Veículos Subaquáticos Não Tripulados (UUVs, na sigla em inglês), ou drones subaquáticos autónomos, representam um dos desenvolvimentos mais disruptivos na guerra naval moderna.

Como apontou um analista recentemente, esses sistemas se tornarão uma grande ameaça para qualquer embarcação de grande porte, especialmente em áreas confinadas e estratégicas como o Estreito de Ormuz.

O Irão, pioneiro na assimetria naval, já possui modelos operacionais ou avançados, incluindo o Azhdar ("Dragão" em persa), um veículo submarino não tripulado (UUV) movido a bateria de íon-lítio que ilustra perfeitamente essa revolução silenciosa.

Dois vídeos a ver . Duas opiniões a ter em conta

 1


2


Ponto da situação da guerra contra o Irão - 1

A coligação EUA-Israel afirma ter eliminado 60% dos lançadores de mísseis do Irão , dominar algo como 70% do espaço aéreo e destruir navios da marinha iraniana. Registam-se intensos bombardeamentos sobre Teerão, instalações ligadas ao Corpo de Guardas Revolucionários Islâmicos (CGRI), uma refinaria e instalações de armazenamento petrolíferas, causando graves problemas ecológicos e saúde, com uma nuvem tóxica está a deslocar-se para a Ásia Central. Uma instalação nuclear terá também sido atacada.

No seguimento desta estratégia a coligação, diz preparar um bombardeamento massivo ao Irão. Fala-se também num golpe de comandos sobre uma pequena ilha iraniana importante pelas instalações petrolíferas.

Dado que o hábito é uma segunda natureza, Israel faz aquilo que melhor sabe: bombardear populações civis, como o Hospital Gahndi em Teerão e ataques a zonas residenciais no Irão e no Líbano. 

O ataque israelo-americano, decapitou a liderança do Irão enquanto decorriam negociações, matando os seus familiares, o ataque a uma escola de raparigas no sul do Irão resultou em 160 mortes, levaram o Irão a ultrapassar ditas "linhas vermelhas".

Descontando o exagero dos 60% dos lançadores destruídos (vários, alvos fictícios) os ataques iranianos não têm diminuído, pelo contráriocomIrão desencadeando no 8º dia de guerra a 29ª onda de mísseis, atacando Israel e bases e instalações de pessoal dos EUA.

9 de março de 2026

Compreender a cultura quando se pensa que com facilidade se pode remover o regime

 


A baixa tendencial da taxa de lucro. As perdas de mercado . As ameaças aos privilégios do dólar

 Tentar sair do declínio e da crise pela guerra . Tempos perigosos para a humanidade .

A SUBORDINAÇÃO DA CHINA E "O GRANDE JOGO"

A "Doutrina Trump" visa manter a superioridade militar dos EUA sobre a China, ao mesmo tempo que coloca os EUA numa posição em que possam impedir a China de aceder à energia e aos mercados de que necessita para sustentar o seu crescimento e, consequentemente, a sua trajetória como superpotência.

 Pontos a sublinhar da entrevista que o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, concedeu ao canal de televisão NBC News e declaração de Trump 


Nenhuma força externa pode interferir na eleição do líder supremo do Irão, é um assunto do povo iraniano;

O Irão sabe que o ataque a uma escola em Minab foi obra dos EUA, é ridículo ouvir afirmações de que Teerão supostamente é responsável pelo bombardeamento;

O Exército do país persa toma represálias contra bases militares dos EUA e abstém-se de atacar outras instalações nos países do golfo Pérsico;

Os EUA e Israel desencadearam uma guerra contra o Irão sem sequer explicar o motivo da sua agressão;

8 de março de 2026

O Irão e o direito internacional

 A Venezuela de Maduro era uma ditadura, Cuba é uma ditadura, o Irão é uma ditadura, portanto os EUA têm legitimidade para intervir nesses países, mesmo à margem do direito internacional "porque - explica um comentador - não se derrubam ditaduras seguindo o direito internacional". Outro(a) diz que o Irão é um Estado terrorista, "não há outra forma de o dizer".

Com o declínio imperial, "comentadores" acabam a chafurdar na propaganda mais obtusa. Mais uma vez vemos a "democracia" a ser instaurada à bomba com a morte dos mais frágeis e indefesos, aos quais não se aplica o direito internacional. Quanto ao terrorismo, note-se que as Al Qaeda, ISIS, Al Nosra são patrocinadas principalmente por Estados sunitas, como a Arábia Saudita, e pelos EUA. Facto.

Desculpar esta guerra procurando melhorar a condição feminina no Irão, é de uma hipocrisia total. Para serem coerentes, deviam começar pela Arábia Saudita e outros, pelos EUA dos clãs tipo Epstein, pela violência contra mulheres (incluindo assassinato) e crianças nos países ocidentais. Na antiguidade dívidas não pagas podiam representar escravatura temporária, nos países ocidentais o pagamento das dívidas estudantis (a "liberdade de escolha" das privatizações) leva a formas de prostituição. No Irão, diga-se, o grau de instrução da população, incluindo a feminina, é muito elevado. A sua capacidade científico-técnica faria inveja à maioria dos países europeus.

Nem tudo são rosas para o oligarca Trump

 1 Três Vídeos a ver


7 de março de 2026

De Gaulle e o anão do Macron

 Buno . Bertez

Em 7 de março de 2026, comemora-se o 60º aniversário da decisão do General Charles de Gaulle de retirar a França do comando militar integrado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

1 Quando fala da Ucrânia Trump diz querer parar a guerra porque há uma mortandade enorme e faz um esgar de repulsa. É horrível diz . E é.

Agora no Irão as mortes e as mortes de crianças e jovens já não contam . O bombardeamento de uma escola e a morte de uma centena de jovens é um não acontecimento. O petróleo e o gás do Irão e a criação do grande Israel acima de tudo...
 Mete nojo ver o que escreve o Observador da Iniciativa Liberal e  do videirinho José Manuel Fernandes a justificar o injustificável.
A acusação  de violação do direito internacional ,diz este, tem um pendor anti Ocidental...
Um escroque é um escroque seja qual for o lugar que ocupe.
Seja na presidência da Oligarquia americana seja como jornalista de sarjeta.
Ana Sousa. Facebook
2 Lavrov . a ver

Gelatinosos

1 A RTP entrevistou o mordomo das Lajes pelo afilhado de    Dias loureiro.
Continua com a mesma arrogância e petulância de MRPP . Só que agora tem por companhia o mordomo Rangel e o mordomo Montenegro acolitados pelo mordomo trapasseiro Ventura de seu nome
Ana Sousa facebook
DURÃO BARROSO, UM OPORTUNISTA EM TODO O SEU ESPLENDOR, GELATINOSO, CONTRADITÓRIO, AUTOSATISFEITO E INDIGNO!
- exclama Alfredo Barroso, agoniado pela mescla tão evidente de vaidade pessoal, auto-satisfação, falta de dignidade e sabujice política que já vêm dos tempos da famosa e criminosa «cimeira das Lajes»…

6 de março de 2026

 

Especialistas julgam que estamos no início de uma era de falências e  de colapso energético total na Europa

Kirill Dmitriev, representante especial do presidente russo para investimentos e cooperação económica com países estrangeiros e diretor-geral do Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF),  também prevê o início de uma era de falências e colapso energético total na Europa após o corte no fornecimento de gás russo, obtido por meio de lobby da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e da chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas.

 As favas contadas de Trump.

A gasolina está a ficar mais cara

A guerra com o Irão, como esperado, levou a um aumento acentuado dos preços dos combustíveis. Depois da guerra  ter , na pratica ,"bloqueado" o Estreito de Ormuz - uma artéria fundamental para o fornecimento mundial de petróleo - os preços nas bombas de combustível em toda a América subiram e a administração Trump ficou numa situação extremamente desconfortável.

5 de março de 2026

 “Ditar o ritmo”: quando a estratégia americana se resume ao volume do martelo


 “O Irão não nos pode ultrapassar.” Eis, pois, a doutrina estratégica resumida por Pete Hegseth: a superioridade militar americana, a “violência da ação” e o poder ofensivo serão suficientes para impor o ritmo da guerra. Uma visão muito hollywoodiana da geopolítica: atacamos forte, muito forte, e o adversário acaba por perceber a lição.

Se o Irão resistir a guerra contra a China e os BRICS vai colapsar

 Se o Irão sobreviver e resistir a guerra de Trump contra a China e os BRICS vai colapsarPor outro lado os EUA também procuram estabelecer a hegemonia israelita em toda a Ásia Ocidental.

O conflito é assim uma batalha existencial tanto para a hegemonia geopolítica dos EUA como da China. É de momento travada entre as capacidades de mísseis e intercetadores do Irão e as dos Estados Unidos e Israel. Segundo o plano inicial a derrota militar do Irão e a decapitação da sua liderança, levariam a um surto de ressentimento popular que traria o Irão para a esfera ocidental.

Porém, o Irão mantém a iniciativa. O Estado não colapsou e está retaliando golpe após golpe com drones e mísseis atingindo as bases militares dos EUA no Golfo e Israel com mísseis hipersônicos - pela primeira vez - com múltiplas ogivas direcionais.

Os Estados do Golfo estão prestes a esgotar os seus estoques de intercetadores - pedindo aos EUA um fim rápido e diplomático do conflito, a fim de evitar uma escalada regional e um choque prolongado nos preços da energia. As reservas de defesa aérea israelo-americanas, também estão profundamente corroídas, com o Irão inicialmente enviando mísseis e drones antigos para esgotar as defesas aéreas. Os mísseis de alta qualidade do Irão, com velocidades superiores a Mach 4, mostram-se intocáveis pelas defesas israelitas.